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Espaço destinado a oferecer informações fonoaudiológicas, bem como a busca da Evolução e Aperfeiçoamento científico e prático dos profissionais da fonoaudiologia e/ou estudantes. "SEJAM BEM VINDOS" Acessem também: www.fonoefisiodomicilio.com.br
terça-feira, 31 de maio de 2011
Protocolos em Neonatologia
1. Transporte Neonatal
2. Cuidados gerais do recém-nascido saudável
3. Hipocausia detecção no recém-nascido
4. Identificação e guarda do recém-nascido
5. Alimentar o recém-nascido saudável
6. Droga e a amamentação
7. A dieta enteral do recém-nascido prematuro
8. O bebê prematuro
9. O baixo peso ao nascer
10. Alto peso ao nascer
Dentre outros...
2. Cuidados gerais do recém-nascido saudável
3. Hipocausia detecção no recém-nascido
4. Identificação e guarda do recém-nascido
5. Alimentar o recém-nascido saudável
6. Droga e a amamentação
7. A dieta enteral do recém-nascido prematuro
8. O bebê prematuro
9. O baixo peso ao nascer
10. Alto peso ao nascer
Dentre outros...
Revista da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia
Rev. soc. bras. fonoaudiologia - vol.15 no.4 São Paulo dez. 2010. Contém todos os artigos originais em pdf, prontos para baixar!!!
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_issuetoc&pid=1516-803420100004&lng=pt&nrm=iso
http://www.scielo.br/scielo.php?script=s
Vez da Voz atividades para Download e impressão

Vez da Voz atividades para Download e impressão em educação especial http://www.vezdavoz.com.br/site/materiais_inclusivos.php
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Sugestões de roteiros de entrevista para pais, que abordam informações referentes à frequência com que crianças demonstram comportamentos auditivos significativos diários.
Roteiro MUSS - Meaningful Use of Speech Scale (ROBINS; OSBERGER, 1990): tem como objetivo caracterizar a produção de fala em crianças com audição normal.
Roteiro IT-MAIS – Infant Toddler Meaningful Auditory Integration Scale (CASTIQUINI, 1997): tem como objetivo verificar as habilidades auditivas em crianças muito pequenas. Pesquisa também comportamentos auditivos espontâneos da criança em situações de vida diária, por meio de exemplos em três diferentes áreas do desenvolvimento de habilidades auditivas.
Escala de integração auditiva significativa: procedimento adaptado para a avaliação da percepção da fala (MAIS) tem por objetivo avaliar a percepção da fala em crianças com deficiência auditiva profundas com idade acima de quatro anos (Castiquini e Bevilacqua 2000).
Protocolos para Deficiências Severas
AVALIAÇÃO EDUCACIONAL DE ALUNOS COM BAIXA VISÃO E MÚLTIPLA DEFICIÊNCIA NA EDUCAÇÃO INFANTIL (Marilda Moraes Bruno)
http://www.ufgd.edu.br/editora/catalogo/avaliacao-educacional-de-alunos-com-baixa-visao-e-multipla-deficiencia-na-educacao-infantil
http://www.ufgd.edu.br/editora/catalogo/
PROTOCOLO PARA PRESCRIÇÃO OU ADAPTAÇÃO DE RECURSOS PEDAGÓGICOS PARA ALUNOS COM PARALISIA CEREBRAL
http://www.marilia.unesp.br/Home/Pos-Graduacao/Educacao/Dissertacoes/silva_mo_me_mar.pdf
http://www.marilia.unesp.br/Home/Pos-Gra
DESENVOLVIMENTO DE UM PROTOCOLO PARA AVALIAÇÃO DE HABILIDADES COMUNICATIVAS PARA ALUNOS NÃO-FALANTES EM SITUAÇÃO FAMILIAR
http://www.marilia.unesp.br/Home/Pos-Graduacao/Educacao/Dissertacoes/delagracia_jd_ms_mar.pdf
http://www.marilia.unesp.br/Home/Pos-Gra
DESENVOLVIMENTO DE UM PROTOCOLO PARA AVALIAÇÃO DE HABILIDADES COMUNICATIVAS DE ALUNOS NÃO-FALANTES EM AMBIENTE ESCOLAR
http://www.marilia.unesp.br/Home/Pos-Graduacao/Educacao/Dissertacoes/paula_rd_ms_mar.pdf
http://www.marilia.unesp.br/Home/Pos-Gra
Protocolo para avaliar a acessibilidade ao computador para alunos com paralisia cerebral
http://www.bdtd.ufscar.br/htdocs/tedeSimplificado/tde_arquivos/9/TDE-2008-05-30T08:38:47Z-1860/Publico/1794.pdf
http://www.bdtd.ufscar.br/htdocs/tedeSim
domingo, 29 de maio de 2011
Fonoaudiologia muito + que uma profissão! Uma Paixão
Agora eu te pergunto....o que vale a fonoaudiologia?
Vale a emoção de poder se comunicar com seu filho...
Vale a lágrima de ser chamada de mamãe pela primeira vez...
Vale a felicidade de poder ouvir o choro do bisneto...
Vale a felicidade de poder voltar a ouvir o barulho do mar...
Ou até mesmo a felicidade de ouvir pela primeira vez...
De ter o direito de ouvir...Vale a felicidade de poder ter amigos...
Vale a felicidade de poder ler...Estar presente para confraternizar
a felicidade de quem conhece o mundo dos sons...
Vale o poder de um gago conseguir um emprego...
Vale a felicidade de poder dar um sorriso...
Vale a felicidade de poder voltar a comer...
Ou até mesmo de poder saborear a receita do neto...
De poder cantar a música preferida...De poder contar segredos...
Poder assoprar as velinhas no aniversário...Ajudar alguém a se
fazer entender...Vale o poder de ser independente...
Vale ser feliz...
Ser Fonoaudiólogo é ser amante da vida em sociedade,
dividir experiências, correr em busca do que até hoje não
foi sequer visto, entender o silêncio, a lágrima, o sorriso...
Enfim, ser Fonoaudiólogo é nossa vida...
E o nosso sonho nesta vida é proporcionar qualidade para a sua!”
Vale a emoção de poder se comunicar com seu filho...
Vale a lágrima de ser chamada de mamãe pela primeira vez...
Vale a felicidade de poder ouvir o choro do bisneto...
Vale a felicidade de poder voltar a ouvir o barulho do mar...
Ou até mesmo a felicidade de ouvir pela primeira vez...
De ter o direito de ouvir...Vale a felicidade de poder ter amigos...
Vale a felicidade de poder ler...Estar presente para confraternizar
a felicidade de quem conhece o mundo dos sons...
Vale o poder de um gago conseguir um emprego...
Vale a felicidade de poder dar um sorriso...
Vale a felicidade de poder voltar a comer...
Ou até mesmo de poder saborear a receita do neto...
De poder cantar a música preferida...De poder contar segredos...
Poder assoprar as velinhas no aniversário...Ajudar alguém a se
fazer entender...Vale o poder de ser independente...
Vale ser feliz...
Ser Fonoaudiólogo é ser amante da vida em sociedade,
dividir experiências, correr em busca do que até hoje não
foi sequer visto, entender o silêncio, a lágrima, o sorriso...
Enfim, ser Fonoaudiólogo é nossa vida...
E o nosso sonho nesta vida é proporcionar qualidade para a sua!”
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Considerações importantes na Avaliações Auditivas
Considerações importantes na análise da Imitanciometria
Considerações importantes na análise da EOA
Considerações importantes na análise do PEATE/RAEE
Considerações importantes na análise dos Testes de percepção de fala e Avaliação do comportamento auditivo
quarta-feira, 25 de maio de 2011
SOFTWARE Jogos da VOZ
O Desenvolvimento de jogos computacionais para exercícios de aprimoramento da coordenação fonoarticulatória, em especial para crianças e adolescentes com deficiência auditiva, é o principal objetivo deste trabalho. Os jogos visam proporcionar um ambiente lúdico no qual o deficiente auditivo possa sentir o prazer no exercício exploratório de suas potencialidades, durante a realização da necessária prática que permitirá a coordenação fonoarticulatória.
terça-feira, 24 de maio de 2011
O que faz nossa VOZ ser grossa ( grave) ou fina ( aguda)?
A voz na infância é fina. Tanto no menino quanto na menina, apresenta as mesmas características. Já na fase adulta a voz sofre grande influência dos hormônios, diferenciando-se bem a voz do homem da voz da mulher.
Mas não é somente a anatomia que determina o tipo de voz, há fatores externos que influenciam nisso também. Quando as oscilações acústicas da puberdade já são coisas do passado, rapazes ainda afinam a voz ao abordar uma garota. Por quê? Nervosismo. Em estado de excitação, a prega vocal estica e a fala afina. Já álcool e cigarro deixam as cordas frouxas e a fala mais grave.
Vale lembrar que a voz é um instrumento: há limites, mas com treino (ou hábito) ela pode ser afinada para soar um pouco mais grossa ou fina. A prega vocal é responsável pelo som da voz. E como é um músculo – que, como tal, é susceptível ao movimento e exercício exigidos dele –, quanto mais treinado, mais flexibilidade ele terá. Por isso, a prega vocal fica com melhor tonicidade quando é exercitada, e consequentemente a voz sofrerá alterações e teremos uma voz com melhor qualidade. Com isso a voz terá por mais tempo suas características básicas (se fina, se manterá assim por mais tempo e se grossa também).
Para maiores informações procure um FONOAUDIÓLOGO
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Assistam o Seminário Científico "Políticas Públicas, Serviços e Sistemas em Saúde Auditiva
Fonoaudiologia e a arte de encenar
O ator é o profissional especializado na arte de encenar, de representar. Destaca-se arte, pois nem sempre a vimos como tal. Encenar não é só decorar um simples texto e transmiti-lo ao público, encenar é muito mais que isso, significa usar o nosso corpo, as nossas expressões, pegar pequenas situações de nosso dia-a-dia ou histórias jamais vistas e criarmos um mundo imaginário, representando, tendo que refletir aos olhos dos que assistem a tristeza, a alegria, a dor, a vida e a morte. Unido a isto vêm os dramas, as comédias os romances e assim por diante, podendo ser encenado de várias formas, como um monólogo, teatro de bonecos, teatro de rua, etc.
Diante disto, o ator deve ter em vista técnicas e orientações necessárias para o seu preparo e bom andamento da peça, como:
•Saber projetar a sua voz em diversos ambientes, para não falar gritando.
•Aprender a praticar a respiração costodiafragmática, da qual ao pronunciar longos textos que não permitem pausas, ajuda a não perder o fôlego e a projeção da voz, não forçando as pregas vocais.
•Superar problemas de dicção e entonação corretas, de acordo com o texto á ser executado.
•Uma boa preparação vocal e expressão corporal, pois ambas são interligadas na formação de um ator.
•Caracterização e expressão facial são essenciais.
•E uma boa articulação das palavras, ressonância e tudo mais.
Estes são pontos dos quais o ator deve se conscientizar e ter como necessários, pois a perfeição de uma peça teatral, ou de um grupo de teatro não se dá somente à peça escrita propriamente dita, e sim há anos de técnicas, preparo e aperfeiçoamento.
A atuação do fonoaudiólogo em uma peça teatral é baseada em literaturas fonoaudiológicas e teatrais também, pois este profissional trabalha com a prevenção da saúde da voz e no treinamento dos possíveis distúrbios do qual podem ser adquiridos com o passar do tempo, pelo uso inadequado da voz, como por exemplo: falar gritando e não projetar a voz.
Outra atuação em teatros é a acessoria do fonoaudiólogo juntamente com o diretor teatral, na escolha do ambiente físico, adequação de cenário, escolha de personagem, seus figurinos e suas devidas posturas e falas.
Assim, se você faz teatro, ou é um profissional da voz, assim como os atores o são, busque a orientação de um fonoaudiólogo. Não deixe que sua principal ferramenta de trabalho sofra danos. Sua voz é o reflexo daquilo que você é e faz!
Diante disto, o ator deve ter em vista técnicas e orientações necessárias para o seu preparo e bom andamento da peça, como:
•Saber projetar a sua voz em diversos ambientes, para não falar gritando.
•Aprender a praticar a respiração costodiafragmática, da qual ao pronunciar longos textos que não permitem pausas, ajuda a não perder o fôlego e a projeção da voz, não forçando as pregas vocais.
•Superar problemas de dicção e entonação corretas, de acordo com o texto á ser executado.
•Uma boa preparação vocal e expressão corporal, pois ambas são interligadas na formação de um ator.
•Caracterização e expressão facial são essenciais.
•E uma boa articulação das palavras, ressonância e tudo mais.
Estes são pontos dos quais o ator deve se conscientizar e ter como necessários, pois a perfeição de uma peça teatral, ou de um grupo de teatro não se dá somente à peça escrita propriamente dita, e sim há anos de técnicas, preparo e aperfeiçoamento.
A atuação do fonoaudiólogo em uma peça teatral é baseada em literaturas fonoaudiológicas e teatrais também, pois este profissional trabalha com a prevenção da saúde da voz e no treinamento dos possíveis distúrbios do qual podem ser adquiridos com o passar do tempo, pelo uso inadequado da voz, como por exemplo: falar gritando e não projetar a voz.
Outra atuação em teatros é a acessoria do fonoaudiólogo juntamente com o diretor teatral, na escolha do ambiente físico, adequação de cenário, escolha de personagem, seus figurinos e suas devidas posturas e falas.
Assim, se você faz teatro, ou é um profissional da voz, assim como os atores o são, busque a orientação de um fonoaudiólogo. Não deixe que sua principal ferramenta de trabalho sofra danos. Sua voz é o reflexo daquilo que você é e faz!
Para maiores informações procure um FONOAUDIÓLOGO
Estratégias Comunicativas Empresariais

Todo profissional seja qual for sua área de atuação, sabe o quanto é importante atender bem o cliente, o bom atendimento já não é mais o diferencial, e sim o fundamental. O diferencial está em você “encantar o cliente”, e ele sempre retornará e realizará indicações. Conseguindo encantar o cliente, automaticamente você aumentará seus negócios e o crescimento da empresa.
É importante pensar que o primeiro contato com seu cliente pode ser ao telefone, ou até mesmo pessoalmente, neste momento, o principal instrumento que você deverá ter é 100% de eficácia na comunicação oral, seja ele por telefone ou frente ao cliente.
A busca de solução para o atendimento é sempre questionada- “Como posso melhorar o atendimento da minha empresa?
Existem três recursos comunicativos:
1-Recursos verbais: é o conteúdo da mensagem.
É importante que o colaborador da empresa saiba o que dizer e como dizer, estas informações devem ser fornecidas de forma clara e objetiva, linguagem coloquial e correta, evitando gírias, palavras difíceis, termos técnicos e rimas, quando se usa a gíria a fala se torna cansativa.
2-Recursos Vocais: é a voz e a fala.
A forma como falamos irá influenciar o ouvinte a construir uma imagem mental e esta pode ser positiva ou negativa, dependendo de como o colaborador irá transmitir esta mensagem. Isto ocorre porque nossa voz transmite emoção, um exemplo, quando a pessoa está triste, esta é emoção é percebida pelo outro através da voz, como uma voz baixa e sem força, e com certeza o ouvinte irá perceber que algo de errado está acontecendo com esta pessoa,
Existem fatores que podem interferir na mensagem de forma positiva, transmitindo segurança, conhecimento, empatia e confiabilidade.
Fatores:
• Tipo de voz: neutro sem alteração (voz sem patologia – ex. rouquidão).
• Voz grave ou aguda: não existe regra, mas a grave acima do normal – demonstra excesso seriedade e muito aguda: demonstra excesso de alegria e euforia;
• Intensidade: (sensação que forte ou fraca), forte demonstra agressividade ou auto-afirmação; já a voz fraca, demonstra insegurança e vergonha, o ideal é buscar o equilíbrio;
• Pausas: o excesso pode modificar o sentido da mensagem tornando – a artificial, já ao contrário, a falta das pausas – demonstra uma voz monótona;
• Velocidade: transmite dinamismo – quando for lenta: cansa o ouvinte/ e demonstra pensamento lento, rápida, a articulação fica imprecisa e demonstra ansiedade.
• Articulação: deve ser precisa, pois demonstra credibilidade da mensagem,
• Pronúncia ou sotaque: varia de acordo com as exigências da função/empresa.
• Entonação: melodia da fala (ascendente e descendente), fundamental estar ligado ao conteúdo. Monótona: dispersa o ouvinte e causa cansaço.
3- Recursos não verbais:
É responsável por 65% da comunicação, são os gestos, a expressão fácil, mudança de postura corporal, vestuário, acessórios, sapatos, bolsa, cabelo, barba, unhas, entre outros.
Vale ressaltar, que além dos recursos comunicativos, o colaborador deverá apresentar formação necessária para o cargo que ele ocupa, experiência profissional, atitude, autenticidade, vontade de sempre aprender, ser positivo, ter iniciativa e acima de tudo ética profissional.
É importante pensar que o primeiro contato com seu cliente pode ser ao telefone, ou até mesmo pessoalmente, neste momento, o principal instrumento que você deverá ter é 100% de eficácia na comunicação oral, seja ele por telefone ou frente ao cliente.
A busca de solução para o atendimento é sempre questionada- “Como posso melhorar o atendimento da minha empresa?
Existem três recursos comunicativos:
1-Recursos verbais: é o conteúdo da mensagem.
É importante que o colaborador da empresa saiba o que dizer e como dizer, estas informações devem ser fornecidas de forma clara e objetiva, linguagem coloquial e correta, evitando gírias, palavras difíceis, termos técnicos e rimas, quando se usa a gíria a fala se torna cansativa.
2-Recursos Vocais: é a voz e a fala.
A forma como falamos irá influenciar o ouvinte a construir uma imagem mental e esta pode ser positiva ou negativa, dependendo de como o colaborador irá transmitir esta mensagem. Isto ocorre porque nossa voz transmite emoção, um exemplo, quando a pessoa está triste, esta é emoção é percebida pelo outro através da voz, como uma voz baixa e sem força, e com certeza o ouvinte irá perceber que algo de errado está acontecendo com esta pessoa,
Existem fatores que podem interferir na mensagem de forma positiva, transmitindo segurança, conhecimento, empatia e confiabilidade.
Fatores:
• Tipo de voz: neutro sem alteração (voz sem patologia – ex. rouquidão).
• Voz grave ou aguda: não existe regra, mas a grave acima do normal – demonstra excesso seriedade e muito aguda: demonstra excesso de alegria e euforia;
• Intensidade: (sensação que forte ou fraca), forte demonstra agressividade ou auto-afirmação; já a voz fraca, demonstra insegurança e vergonha, o ideal é buscar o equilíbrio;
• Pausas: o excesso pode modificar o sentido da mensagem tornando – a artificial, já ao contrário, a falta das pausas – demonstra uma voz monótona;
• Velocidade: transmite dinamismo – quando for lenta: cansa o ouvinte/ e demonstra pensamento lento, rápida, a articulação fica imprecisa e demonstra ansiedade.
• Articulação: deve ser precisa, pois demonstra credibilidade da mensagem,
• Pronúncia ou sotaque: varia de acordo com as exigências da função/empresa.
• Entonação: melodia da fala (ascendente e descendente), fundamental estar ligado ao conteúdo. Monótona: dispersa o ouvinte e causa cansaço.
3- Recursos não verbais:
É responsável por 65% da comunicação, são os gestos, a expressão fácil, mudança de postura corporal, vestuário, acessórios, sapatos, bolsa, cabelo, barba, unhas, entre outros.
Vale ressaltar, que além dos recursos comunicativos, o colaborador deverá apresentar formação necessária para o cargo que ele ocupa, experiência profissional, atitude, autenticidade, vontade de sempre aprender, ser positivo, ter iniciativa e acima de tudo ética profissional.
domingo, 22 de maio de 2011
Você grita ao se comunicar? Como falar mais baixo?
Você já se flagrou falando muito alto ou as pessoas costumam pedir que você diminua o volume da sua voz?
É uma situação meio desconfortável, não é mesmo?
Segue abaixo algumas dicas...
Segue abaixo algumas dicas...
- Verifique se está ouvindo bem, é por meio da audição que poderá controlar o volume de sua voz.
- Se sua família tem origem em culturas que falam muito alto, perceba isso e mude. Volumes aumentados de voz podem dar a sensação de agressividade e/ou indiscrição na comunicação.
- Às vezes, é difícil percebermos sozinhos a intensidade da voz produzida. Peça feedbacks para amigos e colegas de trabalho.
- Pratique um treinamento de volume de voz: dedique um tempo para falar ou ler em diferentes intensidades e descobrir qual a ideal para ambientes silenciosos e também com pouco ruído; e assim você poderá adequar a sua voz para cada situação. Exercite esta forma de falar.
Procure um fonoaudiólogo para esclarecer suas dúvidas!
Cuide da sua voz e comunique-se de forma saudável!
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