Espaço destinado a oferecer informações fonoaudiológicas, bem como a busca da Evolução e Aperfeiçoamento científico e prático dos profissionais da fonoaudiologia e/ou estudantes. "SEJAM BEM VINDOS" Acessem também: www.fonoefisiodomicilio.com.br
domingo, 21 de outubro de 2012
sábado, 20 de outubro de 2012
Vídeos informativos - TDAH na Infância e no Adulto
Acessem
http://www.tdah.org.br/br/noticias/videos/item/289-video-informativo-sobre-tdah.html
sábado, 22 de setembro de 2012
Parkinson e Fonoaudiologia
As alterações fonoaudiológicas na doença de Parkinson estão concentradas nas áreas de linguagem, voz, articulação e deglutição.
Elas são representativas particularmente de dois sinais cardinais do Parkinson - rigidez e bradicinesia.
Elas são representativas particularmente de dois sinais cardinais do Parkinson - rigidez e bradicinesia.
Estas alterações começam a se manifestar em alguns anos após o início da doença, podendo estar presente nas seguintes formas:
• Voz: Rouca ou rouca-soprosa, monótona, tendendo às freqüências graves, e com intensidade (volume) reduzida;
• Voz: Rouca ou rouca-soprosa, monótona, tendendo às freqüências graves, e com intensidade (volume) reduzida;
• Fala: Alterações na fluência e articulação imprecisa dos sons;
• Deglutição: Dificuldade na mastigação dos alimentos, engasgos, tosses ou pigarros, perda de saliva, seu acúmulo ou espessamento.
Desta forma, ao identificar algumas destas alterações em sua comunicação ou deglutição, procure um fonoaudiólogo pois o quanto antes você puder ser tratado, melhor e mais duradouros serão os resultados obtidos.
• Deglutição: Dificuldade na mastigação dos alimentos, engasgos, tosses ou pigarros, perda de saliva, seu acúmulo ou espessamento.
Desta forma, ao identificar algumas destas alterações em sua comunicação ou deglutição, procure um fonoaudiólogo pois o quanto antes você puder ser tratado, melhor e mais duradouros serão os resultados obtidos.
Como lidar com as alterações comportamentais na doença de Alzheimer:
Exemplos do que são considerados alterações de
comportamento.
1- Comportamentos agressivos
físicos: como bater, chutar ou morder.
2- Comportamento não agressivo, como andar de um lado para outro ou ficar mexendo em objetos.
3- Agitação verbal, como praguejar ou gritar.
4- Agitação verbal não agressiva, como a constante repetição de frases e perguntas.
2- Comportamento não agressivo, como andar de um lado para outro ou ficar mexendo em objetos.
3- Agitação verbal, como praguejar ou gritar.
4- Agitação verbal não agressiva, como a constante repetição de frases e perguntas.
Estes problemas de comportamento ocorrem em decorrência
de uma discordância entre as necessidades das pessoas que sofrem de demência e
a incapacidade do ambiente de conseguir satisfazê, ou seja, este comportamento
pode ser um grito de socorro!!!!
Orientações de como reagir durante ou prevenir estas
alterações de comportamento.
-Orientar ao cuidador a se manter calmo, usando voz
segura, gentil, prudente, evitarem discutir ou buscarem o motivo da agitação.
-Aproximar se lentamente e de frente no nível dos olhos
da pessoa agitada, falando o que será feito, via de regra tem um efeito
tranquilizador.
-Distrair o paciente com outros estímulos, de preferência
com algo prazeroso e mudar de atividade ou de ambiente.(musica, caminhada, etc)
-Já os sintomas de desorientação, mudança de ambiente,
programação de atividades, sistema de alarmes eletrônicos e esquema de seguros
de ação quando o paciente desaparece.
-Distúrbios do sono: manterão e regularidade de uma
rotina de dormir, não deixando que o paciente se exceda na soneca, combinando
com um aumento na atividade física, eliminar ou reduzir os fatores de
aborrecimento que podem interromper o sono.
-Orientação para realidade com uso de calendários,
sinalizar os cômodos da casa, endereço, relógios, quadro de avisos no quarto do
paciente. Cuidador deve fornecer as informações sempre de forma continua clara,
objetiva e contínua a cada novo contato utilizando comunicação pessoal
(contato, olhar) e por meio de objetos: relógios, calendários, quadro de
avisos, etc.
Referencias bibliográfica: Intervenções nas alterações comportamentais e transtorno de humor na doença de Alzheimer: MELLO.T E RODRIGUES.V: IN Reabilitação Neuropsicológica Abordagem Interdisciplinar e Modelos Conceituais na Prática Clínica Jacqueline Abrisqueta-Gomez.e Colaboradores.2012
Por: Maisa Cardoso - Terapeuta Ocupacional
Assinar:
Postagens (Atom)
